Programas Pedagógicos

A APAE de Apiúna tem por objetivo o desenvolvimento global do educando com necessidades especiais, tornando-o capaz de desenvolver suas habilidades dentro das possibilidades e limites de sua deficiência, buscando sempre atividades práticas que o levem a compreender de maneira real e concreta as situações do dia a dia.

Objetivos

Tornar nosso educando o mais independente possível, dentro de suas possibilidades. Na Apae cada programa tem suas metas e objetivos relacionados com a faixa etária envolvida:

  • Estimulação Precoce: 0 ano a 05 anos e 11 meses.
  • Serviço Pedagógico Específico (SPE): 06 anos a 17 anos e 11 meses.
  • Atendimento Educacional Especializado (AEE): 07 anos à 17 anos e 11 meses
  • Serviço de Atendimento Especializado (SAE) : acima de 18 anos.
  • Serviço de Vivências Laborais: acima de 14 anos com Defîciência Intelectual e baixa funcionalidade.
  • PROEP – Iniciação para o mercado de trabalho: acima de 16 anos.

Estimulação Precoce

O atendimento neste programa tem como objetivo o desenvolvimento integral dos aspectos físicos, psicológicos, sociais e culturais de crianças de 03 a 5 anos e 11 meses com atraso desenvolvimento neuropsicomotor, síndromes, paralisia cerebral e casos de risco como baixo apgar, baixo peso, prematuridade, desnutrição, vulnerabilidade social, econômica e cultural e filhos de pais com deficiência intelectual, considerando primordial a construção harmônica do desenvolvimento da primeira infância.

A estimulação essencial une a neuroplasticidade cerebral à capacidade de aprendizagem, treinamento para criação, desenvolvimento e manutenção de condutas essenciais a vida, são ações, atividades planejadas de maneira natural e lúdica que estimulam a criança ampliando a possibilidade de vivenciar o mundo fazendo – a adquirir habilidades para registrar entender o que ocorre ao seu redor.

As intervenções clinicas pedagógicas atuam nas funções cognitivas, motoras e sociais buscando o desenvolvimento de habilidades adaptativas conceituais sociais e práticas. São orientados pela equipe multiprofissional, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, médico neurologista e pedagogos de acordo com as individualidades e necessidades de cada criança.

A organização didático-pedagógica do programa faz da família parte integrante das intervenções e recebe orientações para dar continuidade aos procedimentos de intervenção em seus lares.

Paralelo ao atendimento oferecido na Entidade, as crianças são encaminhadas para o Centro de Educação Infantil – CEI a fim de ampliar o desenvolvimento pedagógico, social e emocional e contribuir através de estratégias que favoreçam e desenvolvam a autonomia na escola, na família e na comunidade de um modo geral.

A avaliação para a admissão da criança no programa é realizada pela equipe multiprofissional, através de uma triagem que conta com anamnese e histórico familiar analisado pelos setores técnicos da instituição em um estudo do desenvolvimento global da criança, com  devolutiva aos pais indicando medidas interventivas de acordo com suas necessidades especificas , com intuito de viabilizar condições e possibilidades para que a criança adquira um desenvolvimento neuropsicomotor conforme os padrões de neurotípicos. As crianças que atingirem os objetivos do programa de estimulação serão encaminhadas para a rede regular de ensino.

Serviço Pedagógico Específico – SPE

Nesta modalidade de ensino são atendidos alunos na faixa etária dos 06 aos 17 anos e 11 meses com alterações importantes no processo de desenvolvimento, aprendizagem e adaptação social que apresentam necessidades educativas específicas de aprendizagem, ou de desenvolvimento nas habilidades adaptativas conceituais sociais e práticas.

O programa segue um currículo funcional natural com aulas de musicalização, psicomotricidade, atividades da vida diária e alfabetização, espaços organizados de maneira facilitadora à aprendizagem que possibilitam estratégias lúdicas e viabilizam ações diferenciadas que facilitam o desenvolvimento neuropsicossocial e motor do aluno. Promovem experiências de autoconhecimento e conhecimento de regras de sociais, a exploração de diferentes linguagens e formas de comunicação que buscam torná-los mais independentes, produtivos e aceitos socialmente.

 “Currículo funcional é ensinar conhecimentos e habilidades que possam ser usadas pelo estudante que sejam úteis em diferentes ambientes e que continuem sendo úteis através do tempo.” (Lê Blanc, 1992).

Transtorno Global do Desenvolvimento – TGD / Transtorno do Espectro do Autismo – TEA

O serviço atende pessoas com diagnóstico de deficiência intelectual moderada ou severa associada a outros transtornos. Este programa busca através de atividades pedagógicas e clínicas, condições que favoreçam o desenvolvimento nas áreas motora, da linguagem, cognição, cuidados pessoais, socialização e desenvolvimento de habilidades significativas para a vida.

Os alunos/assistidos participam das atividades extraclasse de Educação Física, Artes, Informática, Ensino Religioso, seguindo critérios, com duração de 45 minutos cada aula.

AEE – DI: Atendimento Educacional Especializado

Com base na legislação nacional a educação básica é obrigatória, havendo a garantia de Atendimento Educacional Especializado – AEE – gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, ofertado de forma complementar a escolarização. O Atendimento Educacional Especializado (AEE) para pessoas com deficiência intelectual é um serviço da Educação Especial que tem como função criar condições  para o  desenvolvimento  das funções  cognitivas  (atenção voluntária,  memória, criatividade, imaginação, pensamento, linguagem, controle do comportamento, capacidade de planejamento etc) que  favoreçam  a  construção e a internalização  de conceitos  cotidianos  e científicos introduzidos  pela escola  regular¹, para dessa forma, colaborar para o desenvolvimento de sua aprendizagem, facilitando o acesso ao currículo e colaborando para a inclusão social, posto que auxilia na minimização de barreiras de compreensão que dificultam ou impedem a apropriação, pelo sujeito, dos conteúdos desenvolvidos pela escola. O AEE não é substitutivo à escolarização e está condicionado à matrícula na classe regular da educação básica. Deve ser realizado no período inverso ao da classe frequentada pelo aluno, podendo ser realizado em escola comum ou em Centro de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com a Secretaria Estado de Educação ou com a Secretaria Municipal de Educação.

O Atendimento Educacional Especializado para alunos com deficiência intelectual  severa é  realizado mediante a atuação de profissionais com conhecimentos específicos no desenvolvimento dos processos mentais superiores,  associado a conhecimentos da comunicação alternativa/aumentativa, da adequação e produção de materiais didáticos e pedagógicos, da utilização de recursos ópticos e não ópticos, da tecnologia assistiva e outros (Língua Brasileira de Sinais –Libras; Informática acessível; sistema Braille; uso do soroban e  técnicas para a orientação e mobilidade) quando se tratar de atendimento à alunos com deficiência múltipla. No AEE o aluno com deficiência intelectual severa deve ser levado a construir conceitos e a organizar o pensamento exercitando sua atividade cognitiva que é estimulada pela intervenção intencional do professor.

A ação do professor do AEE, portanto, deve centrar se na atenção aos aspectos que podem potencializar o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno com deficiência. As atividades desenvolvidas no Atendimento Educacional Especializado devem diferenciar-se daquelas realizadas na sala de aula comum e jamais confundir-se com atividades de reforço escolar, bem como, não causar prejuízo às atividades da sala de aula comum. Os professores do AEE também devem atuar de forma colaborativa com o professor da classe de ensino regular para a definição de estratégias pedagógicas que favoreçam o acesso ao aluno ao currículo e sua participação no processo de ensino aprendizagem.

Objetivo

Qualificar as funções psicológicas superiores do educando, para autorregulação de sua estrutura cognitiva e construção de conceitos, mediante a realização de intervenções pedagógicas que possibilitem avanços no seu processo de aprendizagem.

Elegibilidade  Alunos com diagnóstico de deficiência intelectual severa ou múltipla frequentando níveis e modalidades do ensino regular da escola especial ou encaminhados pela escola comum (a partir das séries iniciais do ensino fundamental).

Estrutura e funcionamento O  AEE/DI será realizado após avaliação diagnóstica e funcional do aluno, por uma equipe composta de, no mínimo, um médico, um psicólogo e um pedagogo.  O serviço será disponibilizado exclusivamente em período oposto à frequência do aluno na classe de ensino regular.

O atendimento deverá ser em grupo de no máximo quatro alunos por turma e, quando necessário, de forma individual em caráter temporário, conforme a necessidade do educando.

Os atendimentos devem acontecer, no mínimo, duas vezes por semana, com carga horária de 90 minutos, por atendimento, conforme a necessidade.

Serviço de Atendimento Especializado (acima de 18 anos)

A proposta do SAE   visa realizar estratégias baseadas no “Currículo Funcional Natural”, que vem contribuir para o desenvolvimento dos alunos na construção do conhecimento, na independência, na autonomia e nas habilidades que serão funcionais para a vida.

O planejamento das atividades acontecerá através de projetos, com base em quatro áreas: ocupacional, doméstica, comunitária e escolar.

Desta forma serão desenvolvidas atividades pedagógicas funcionais que contemplam : Atividades da vida diária e prática, habilidades de comunicação, social, acadêmicas psicomotoras, lazer, qualidade de vida, utilização dos recursos da comunidade, saúde e segurança.

OBJETIVO GERAL: Proporcionar ao aluno condições de construir sua independência e  habilidades funcionais para sua vida, tornando-se  participativo no processo do desenvolvimento pessoal e social.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

  • Desenvolver maior independência quanto a higiene pessoal e do ambiente, alimentação e vestuário;
  • Minimizar/ou eliminar comportamentos inadequados;
  • Demonstrar atitudes de respeito para consigo, com o outro e com a comunidade onde es tá inserido
  • Trabalhar a autoestima e afetividade com o outro;
  • Desenvolver a socialização, estimulando a participação e a permanência nos diversos ambientes;
  • Manter comportamentos adequadas nas situações sociais;
  • Reduzir comportamentos adaptativos/desaptativos;
  • Manter cuidados com a segurança
  • Oportunizar a conscientização corporal e estímulo sensorial;
  • Realizar tarefas simples da rotina escolar;
  • Desenvolver habilidades de comunicação, fazendo-se compreensível;
  • Aprimorar as habilidades acadêmicas e motoras;
  • Despertar interesse sobre as atualidades e realidades local e do mundo;
  • Estimular a participação e interesse nas atividades propostas;
  • Desenvolver a expressão dos sentimentos através de atividades artísticas;

CONTEÚDOS :

ÁREA OCUPACIONAL:  “   vida de participação, contribuição e/ ou produção para si e para os outros “

PROJETOS:

  • Qualidade de vida através da música e dança;
  • Relaxamento e sensações;
  • Autoestima

ÁREA DOMÉSTICA:

  • Atividades da vida diária ( higiene pessoal, bucal, vestuário, saúde e outros);
  • Atividades da vida prática (organização da casa, sala de aula, ambiente escolar e outros);
  • Habilidades relacionadas com os objetos, natureza, alimentação e outros;
  • Comportamento adequados na privacidade, na interação, nas atitudes e bons hábitos;
  • Manifestações afetivas e de solidariedade;
  • Lazer e recreação;

ÁREA COMUNITÁRIA :

  • Comportamento adequado na locomoção e na utilização dos espaços públicos;
  • Atitudes de cordialidade: cumprimentar, agradecer, pedir licença, por favor, etc….
  • Participação em eventos culturais, religiosos passeios e lazer;
  • Cuidados com a segurança;

ÁREA ESCOLAR:

  • Rotina: organização das atividades do dia, identificação, apropriação de regras,  etc..
  • Atividades culturais : datas comemorativas e apresentações ;
  • Atividades acadêmicas: habilidades de comunicação, pensamento    , análise,        comparação, classificação, identificação, interpretação, gerenciamento de tempo e quantidade, conceitos, etc…
  • Atividades artísticas: expressão corporal, plásticas e musicais;
  • Relaxamento e sensações ;
  • Habilidades coordenação motoras;
  • Resolução de problemas simples;
  • Atualidades sobre a realidade local e do mundo;

METODOLOGIA: Através da proposta do “Currículo Funcional Natural “O trabalho será conduzido de acordo com as necessidades e especificidades de cada aluno. Considerando que a maioria apresenta baixo nível funcional, necessitando a utilização de várias estratégias alternativas para trabalhar as habilidades funcionais para a vida atual e futura do aluno. Tais habilidades estão distribuídas nas áreas doméstica, ocupacional, escolar e comunitária.

Dentre as propostas para este nível de ensino destacamos:

  • Observação das necessidades do aluno e Plano Individual;
  • Planejamento para elaboração das atividades e estratégias a serem trabalhadas com cada aluno individualmente em cada turma;
  • Conversas e parcerias com as famílias para dar  continuidade da  proposta do “currículo Funcional Natural “;
  • Prática de rotinas que contemplem as atividades da vida diária/prática e habilidades acadêmicas ;
  • Continuidade e ampliação dos projetos: Qualidade de vida através da música/ dança, Relaxamento/sensações e autoestima;
  • Atividades orientadas para as datas comemorativas, eventos na escola, acontecimentos envolvendo família/escola/comunidade e passeios;
  • Parceria com a equipe técnica( áreas da saúde(medicina e enfermagem), fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia, nutrição, terapia ocupacional, odontologia, serviço social e profissionais da educação nas áreas de: Artes, educação Física e Informática;

Serviço de Vivências Laborais

O Serviço de Vivencias Laborais é direcionado a pessoas com Deficiência Intelectual e Múltipla que, devido à significância de sua deficiência, não apresentam condições de inserção no programa de Qualificação para o Mercado de Trabalho, tem por objetivo a integração social por meio de atividades de adaptação e capacitação para o trabalho de adolescentes e adultos  que ocorrem através de projetos como: artesanatos, horta, papel reciclado e com atividades complementares no laboratório de informática, atividades educativas sistematizadas, atividades de vida prática, diária e de lazer.

O SVL adota o currículo funcional e tem um programa específico que volta suas ações à complementação das necessidades sociais, emocionais, educacionais e ocupacionais destes educandos com o objetivo de torna – los mais independentes, autônomos, produtivos e adaptados ao ambiente.

Os conteúdos propostos no currículo funcional contemplam as seguintes áreas do conhecimento: Conhecimento de Mundo, Matemáticos, Linguístico, Ciências Sociais e Naturais, Expressão Artística e Motricidade sendo que a maior parte destas atividades são realizadas na prática e de forma integrada.

As atividades pedagógicas ocorrem em parceria da equipe técnica multiprofissional, visando a melhor qualidade de vida e no desempenho das atividades funcionais.

PROEP – IPT INICIAÇÃO PARA O TRABALHO

Programa voltado a Iniciação para o Trabalho, atende alunos com idade superior a 17 anos, com deficiência mental ou múltipla e ocupa-se em desenvolver o potencial de trabalho.  Tem objetivo de oportunizar ao aprendiz o desenvolvimento de hábitos e atitudes relativos à postura adequada para o trabalho; Aperfeiçoar conhecimentos básicos necessários para a profissionalização; e Servir de treinamento para o exercício de atividades profissionais e futura colocação no mercado competitivo;

Neste programa o aluno recebe atendimento para o desenvolvimento de habilidades específicas, básicas e de gestão de conceitos, atitudes e procedimentos ainda não adquiridos. A Qualificação Profissional destes alunos é subdividida em: Iniciação para o Trabalho, Qualificação para o Trabalho e Colocação no Trabalho.

AVALIAÇÃO:

No Serviço de Estimulação Precoce torna-se imprescindível o acompanhamento do trabalho através do “Portage”, que é um guia criado para operacionalizar cada um dos 580 itens do Inventário Portage, propondo-lhes definições, critérios, especificação das condições de avaliação e descrição do material. O mesmo abrange cinco áreas de desenvolvimento, sendo: desenvolvimento motor, cognição, linguagem, socialização e autocuidados, distribuídas por faixa etária entre zero a seis anos, e, uma sexta área – Estimulação Infantil – específica para bebês. Tem como base o registro sistemático, que assegura o avanço para novas habilidades e para as mudanças de estratégias no decorrer do processo do desenvolvimento global.

Esta proposta de trabalho pode ser usada por todos os profissionais que atuam na instituição, bem como pelos pais de crianças com ou sem atraso no desenvolvimento.

Nos demais serviços oferecidos pela Apae a  avaliação será realizada de forma  diagnóstica, descritiva e continua, considerando os objetivos específicos propostos . Este processo acontecerá com base no plano de Intervenção e Avaliação individual, levando em conta os vários aspectos do desenvolvimento e da aprendizagem do aluno, dentre eles o cognitivo, o funcional e as habilidades especificas. Nesta perspectiva possibilita a elaboração de um planejamento pedagógico especializado e individualizado que analisa e aponta quais são as condições do aluno para acessar o currículo da série em que se encontra, considerando o espaço da escola e as ações dos gestores e da comunidade escolar, os materiais e recursos disponíveis, a metodologia e as estratégias utilizadas pelo professor, o envolvimento da família do aluno, bem como as suas condições específicas para aprender.

O PDI (Plano de Desenvolvimento Intelectual), PAI (Plano de atendimento Individualizado) e PEI (Plano de Ensino Individual) partem da avaliação das habilidades e competências do aluno, se estão presentes, ausentes ou em desenvolvimento, considerando suas especificidades, são a mesma coisa, com mudança de nomenclatura de acordo com as regiões.

Também está previsto nesse planejamento informações sobre sua vida escolar e familiar e suas potencialidades e habilidades que serão exploradas pelo serviço pedagógico especializado.

A avaliação torna-se imprescindível para o professor iniciar o trabalho pedagógico especializado, pois é importante conhecer o aluno e as suas condições de inserção e participação na escola, na família e na sala de aula regular. Assim, o professor poderá providenciar os ajustes e as adequações nos diferentes âmbitos que interferem diretamente no processo de ensino e de aprendizagem do aluno, garantindo-lhe uma educação de qualidade.

PROCESSO AVALIATIVO

Para acompanhar o processo de aprendizagem do aluno é necessário que o professor aprimore a sua habilidade de observação, a partir de critérios bem definidos. O foco da avaliação deve incidir sobre as funções mentais e processos de elaboração conceitual. A partir dessas respostas, o professor define novos objetivos e elabora as estratégias. Deve compreender três momentos:

Avaliação diagnóstica: corresponde ao processo de sondagem, revelando o nível de desenvolvimento real. (ECA)

Avaliação formativa: é o próprio processo, a ação individualizada, pressupõe também, a auto avaliação;

Avaliação somativa: é o resultado do trabalho.

Avaliação bimestral – Avaliação Semestral e Anual que deverá ser enviada para casa.

Lembrando  que as avaliações semestrais são consideradas avaliações somativas.

Obs.: A avaliação mais detalhada é encontrada no ECA – ESCALA DE COMPORTAMENTO ADAPTATIVO  da APAE